
Curcuma longa
? Antioxidante; ? Antiinflamatório; ? Anti-reumático; ? Antitumoral; ? Hipercolesterolemia; ? Dispepsia não-ulcerosa; ? Dismenorréia; ? Dor muscular.
A Cúrcuma tem sido relacionada como sendo um potente anti-inflamatório e antioxidante, o qual pode ser útil em doenças reumáticas (artrite reumatóide). Em medicina Ayurvédica (medicina tradicional indiana), o rizoma de cúrcuma tem sido usado por séculos como tônico para problemas gastrointestinais. Ele também tem sido usado topicamente em várias doenças de pele.
O extrato de Cúrcuma é padronizado em termos de curcumina (curcuminóides). O extrato de Cúrcuma é padronizado para conter no mínimo 95% de curcuminóides. A dose usual é estabelecida em termos de curcumina. A dose usual do extrato seco padronizado (95%) varia de 300 a 600mg 3x ao dia, administrados com alimentos.
Não informado
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1. Thamlikitkul, V.; Bunyapraphatsara, N.; Dechatiwongse, T.; et al. Randomized double blind study of Curcuma domestica Val. For dyspesia. J. Med. Assoc. Thai. 1989;72:613-620. 2. Ammon, H.P.; Wahl, M.A. Pharmacology of Curcuma longa. Plant Med, 1991, 57(1):1-
7. 3. Ammon, H.P.; Safayhi, H.; Mack, t.; et al. Mechanism of Anti-inflamatory Actions of
Curcumin and Boswellic Acids. J Ethnopharmacol, 1993; 38(2-3):113-9. 4. Smith, WA; Freeman, JW; Gupta, RC. Effect of chemopreventive agents on DNA aduction induced by potent mammary carcinogen dibenzo[a,1]pireno in the human breast cells MCF-7. Mutat Res. 2001;480-481:97-108. 5. Bratman, S.; Girman,A.M. Handbook of Herbs and Supplements and their
Therapeutic Uses. 1st ed. St. Louis: Mosby, 2003. p.501-504. 6. Oetari, S.; Sudibyo, M.; Commandeur, JN; et al. Effects of curcumin on cytochrome P450 and glutathione S-transferase activities in rat liver. Biochem Pharmacol .1996;51:39-45. 7. Alonso, J. Tratado de Fitofármacos y Nutracéuticos. 1a ed. Rosario- Argentina:
Editorial Corpus, 2004.p.395-403. 8. Krinsky, D.L. et al. Natural Therapeutics Pocket Guide. 2nd ed. Hudson: Lexi-Comp
Inc, 2003. 9. Simões, C. M. O. et al. Farmacognosia – da planta ao medicamento. 4a edição, 2002. 10. Batistuzzo, J. A. O. et al. Formulário médico Farmacêutico. 2a edição, 2002. 11. Schulz, V. et al. Fitoterapia Racional. 4a edição, 2002.
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Curcuma longa
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7. 3. Ammon, H.P.; Safayhi, H.; Mack, t.; et al. Mechanism of Anti-inflamatory Actions of
Curcumin and Boswellic Acids. J Ethnopharmacol, 1993; 38(2-3):113-9. 4. Smith, WA; Freeman, JW; Gupta, RC. Effect of chemopreventive agents on DNA aduction induced by potent mammary carcinogen dibenzo[a,1]pireno in the human breast cells MCF-7. Mutat Res. 2001;480-481:97-108. 5. Bratman, S.; Girman,A.M. Handbook of Herbs and Supplements and their
Therapeutic Uses. 1st ed. St. Louis: Mosby, 2003. p.501-504. 6. Oetari, S.; Sudibyo, M.; Commandeur, JN; et al. Effects of curcumin on cytochrome P450 and glutathione S-transferase activities in rat liver. Biochem Pharmacol .1996;51:39-45. 7. Alonso, J. Tratado de Fitofármacos y Nutracéuticos. 1a ed. Rosario- Argentina:
Editorial Corpus, 2004.p.395-403. 8. Krinsky, D.L. et al. Natural Therapeutics Pocket Guide. 2nd ed. Hudson: Lexi-Comp
Inc, 2003. 9. Simões, C. M. O. et al. Farmacognosia – da planta ao medicamento. 4a edição, 2002. 10. Batistuzzo, J. A. O. et al. Formulário médico Farmacêutico. 2a edição, 2002. 11. Schulz, V. et al. Fitoterapia Racional. 4a edição, 2002.
