
Também chamada de retinol ou ácido retinóico, a vitamina A é um nutriente de natureza lipídica presente em alimentos que contém carotenóides, como vegetais, carnes e ovos.
O Ministério da Saúde defende a importância da suplementação através de seu Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A, que tem como objetivo garantir o desenvolvimento saudável e a redução da mortalidade infantil, especialmente, em maior vulnerabilidade. Essa ação também visa conscientizar adultos e idosos sobre a necessidade ingestão de vitamina A para prevenção de doenças.
A suplementação pode ser feita com remédios manipulados para garantir a dosagem correta para cada pessoa.
A vitamina A é vital para a visão, crescimento, divisão celular, reprodução e imunidade. Além disso, é necessária para a manutenção da integridade das células epiteliais, que são as primeiras barreiras de defesa do corpo contra infecções.
Uma das funções mais notórias da vitamina A é a sua contribuição para a saúde ocular, sendo um componente essencial da rodopsina, uma proteína encontrada na retina que permite a visão em condições de pouca luz.
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A deficiência de vitamina A (VAD) é uma preocupação principalmente entre crianças e mulheres grávidas. Pode levar a problemas como:
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A deficiência de vitamina A pode atingir a visão, causando, por exemplo, dificuldades para enxergar à noite. Também pode causar o aparecimento de lesões e secura na pele e afetar o sistema imunológico, deixando o paciente vulnerável a diversos tipos de infecções.
É importante consultar um médico, pois assim será possível avaliar todo o quadro clínico e pedir exames confirmatórios. A falta de vitamina A é identificada através do exame de dosagem de retinol sérico.
A suplementação de vitamina A é recomendada para prevenir e tratar a deficiência dessa vitamina essencial, que está associada a doenças oculares e infecções.
Desde a criação do programa de suplementação em 2005, a hipovitaminose A no Brasil diminuiu 65% até 2019. Estudos científicos mostraram que a suplementação reduz em 12% o risco de mortalidade infantil.
Dessa maneira, a suplementação de vitamina A é recomendada especialmente para crianças de 6 a 59 meses, que estão mais vulneráveis a essa deficiência, especialmente entre populações de baixa renda.
A administração da megadose de vitamina A pode ser realizada durante consultas de puericultura nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), e faz parte do protocolo de cuidado integral da saúde da criança.
As dosagens devem ser baseadas nas necessidades de cada indivíduo, de acordo com a sua alimentação, peso e idade.
Portanto, é indicado consultar um médico para que ele peça os exames de dosagem e avalie como será feita a suplementação. Para isso, os medicamentos podem ser manipulados, assim, aumenta-se a assertividade do tratamento e diminui riscos de efeitos colaterais.
Crianças, gestantes e lactantes possuem condições específicas a serem atendidas, assim, a consulta médica é indispensável antes de iniciar a suplementação.
Aliado ao exame médico, existem valores gerais recomendados e baseados na média populacional que servem de referência. São eles:
A vitamina A manipulada é personalizada para a necessidade de cada paciente. Dessa forma, a assertividade do tratamento é maior e as chances de efeitos colaterais, como alergias e desconfortos gastrointestinais, são reduzidas.
Esse tipo de fórmula é produzido nas farmácias de manipulação a partir de uma prescrição feita por um profissional de saúde.
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Pessoas com hipervitaminose a: Aqueles que já têm níveis elevados de vitamina A no corpo (hipervitaminose A) devem evitar suplementação. A hipervitaminose A pode causar uma série de sintomas adversos, incluindo dores de cabeça, náuseas, tonturas, dor nas articulações e, em casos graves, danos ao fígado.
Mulheres grávidas: As altas doses de vitamina A podem ser teratogênicas, ou seja, podem causar defeitos congênitos no desenvolvimento do feto. Mulheres grávidas devem evitar suplementos de vitamina A e alimentos muito ricos em vitamina A (como fígado) em excesso. É importante que a suplementação durante a gravidez seja monitorada por um profissional de saúde.
Pessoas com doenças hepáticas: A vitamina A é armazenada no fígado, e doses excessivas podem causar hepatotoxicidade. Pessoas com doenças hepáticas devem evitar altas doses de vitamina A e consultar um médico antes de iniciar qualquer suplementação.
Pacientes com certas condições genéticas: Certas condições genéticas raras, como a hipervitaminose A idiopática e a doença de Wolfram, podem ser exacerbadas pela suplementação de vitamina A. Indivíduos com essas condições devem evitar a suplementação e buscar orientação médica.
Pacientes em uso de medicamentos específicos: A vitamina A pode interagir com certos medicamentos, incluindo medicamentos retinoides (usados para tratar acne e outras condições de pele) e medicamentos anticoagulantes. Esses pacientes devem evitar a suplementação de vitamina A ou fazê-lo sob supervisão médica.
Indivíduos com alergias aos componentes dos suplementos: Algumas pessoas podem ser alérgicas a componentes presentes nos suplementos de vitamina A. É importante verificar os ingredientes e consultar um médico se houver histórico de alergias.
Crianças sem deficiência diagnóstica: Em crianças, a dosagem de vitamina A deve ser cuidadosamente controlada. Suplementação desnecessária pode levar à toxicidade. Suplementos de vitamina A em crianças devem ser administrados apenas sob orientação de um profissional de saúde, especialmente em contextos onde a deficiência não foi diagnosticada.
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