
Extraída da folha da planta aloe vera - a famosa babosa -, a aloína é um ativo natural pertencente à classe dos antraquinonas, que são compostos orgânicos com características laxativas.
É conhecida por suas propriedades medicinais e terapêuticas e alguns estudos têm investigado suas propriedades anti-inflamatórias, demonstrando que ela pode inibir a produção de óxido nítrico em macrófagos ativados.
A aloína é um composto químico natural que atua principalmente como um laxante estimulante da motilidade fecal, aumentando a propulsão e acelerando o trânsito no cólon. Além disso, eleva a quantidade de água no intestino grosso, melhorando a permeabilidade e a fluidez das fezes.
Ao contrário do que algumas pessoas podem imaginar, a aloína não é o gel que a aloe vera solta, mas sim um líquido amarelo extraído da casca da planta.
A aloína, além de suas propriedades laxativas, é investigada por seu potencial em tratamentos de doenças crônicas devido às suas propriedades antioxidantes. Em doses controladas, pode auxiliar na regulação do sistema digestivo e na desintoxicação do organismo.
Além dos benefícios para a beleza, como reparar e hidratar pele e cabelos, a aloína tem ação revitalizante e cicatrizante.
Estudos científicos recentes nos trazem resultados surpreendentes em relação ao uso terapêutico da aloína no combate ao câncer gástrico.
Foi demonstrado que ela age diretamente na fase do desenvolvimento do tumor, e atua como uma um regulador de fatores inibidores de células tumorais suprimindo o crescimento, proliferação, angiogênese, invasão e metástase do tumor.
Ela inibe a liberação dos fatores que iriam estimular a proliferação tumoral e, dessa maneira, leva as células para a fase apoptótica.
A aloína pode ser utilizada como laxante, desde que na dosagem correta. Geralmente, recomenda-se de 20 a 30 mg de aloína, mas pode variar de acordo com a recomendação médica.
A forma mais comum de consumo é através de cápsulas ou comprimidos, mas também é possível encontrar a aloína em chás ou extratos líquidos.
Recomenda-se tomar a aloína à noite, antes de dormir, com um copo cheio de água, para que o efeito laxativo ocorra pela manhã. A ingestão de água é importante para ajudar na absorção e eficácia do laxante.
O efeito laxativo geralmente ocorre após 8 a 10 horas após o uso. Eles são causados principalmente pelos compostos 1,8-glicosídeos dihydroxyanthracene, aloína A e B, que agem como estimulantes e irritantes no trato gastrointestinal, promovendo o peristaltismo e facilitando a evacuação.
A aloína deve ser usada apenas para alívio ocasional da constipação e não como um tratamento de longo prazo. O uso prolongado pode fazer mal, causando desidratação, desequilíbrios eletrolíticos e dependência.
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Os efeitos colaterais da aloína consistem em sintomas, como: aumento de pressão intraocular, sede em excesso, palpitações, midríases, entre outros.
Devido a isso, a aloína é contraindicada para paciente com obstrução intestinal, desidratação, atonia severa ou crônica constipação. O uso também deve ser evitado por grávidas, lactantes e crianças.
A aloína é encontrada principalmente em farmácias de manipulação porque seu uso precisa ser bem controlado. Além disso, a extração do ativo é um processo delicado que deve ser feito em locais especializados para garantir a pureza e a dosagem correta do ativo.
As farmácias de manipulação podem também ajustar a dosagem de acordo com as necessidades de cada pessoa e, além disso, ter uma receita é importante pois somente com orientação médica é possível ter certeza que seu tratamento com aloína será seguro e eficaz.
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